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Estados Unidos

A longa história de fraudes nas eleições americanas

O desafio das democracias é o de fortalecer os sistemas e proteger a vontade do povo. Nos Estados Unidos, as fraudes são algo constante nas disputas eleitorais. Um dos trabalhos mais sérios abrangentes sobre o tema é organizado pelo The Heritage Foundation, um dos think tanks mais reputados dos Estados Unidos, com sede na capital Washington, D.C.

Segundo o levantamento, que não conseguiu alcançar todos os casos já denunciados na história recente dos Estados Unidos, foram catalogados até o momento 1.298 casos de fraudes desde os anos de 1980.

São casos bem pontuais e se diferem em escala de fraudes massivas como a recentemente comprovada na Bolívia.

Pela natureza anti-Trump, o noticiário nos Estados Unidos desacredita as acusações do presidente. As mídias sociais já marcavam como “desinformação” as postagens dele sobre o assunto e, em um ato inédito, as principais redes de TV aberta do país interromperam a transmissão do discurso de Trump alegando tratar-se de mentiras.

Onde há democracia há um certo nível de fraude. Parece insólito, mas é um efeito colateral da Democracia a tentativa de burlar o sistema. Eleições imunes às fraudes são as de Cuba, Coreia do Norte e China, onde o processo não passa de uma alegoria.

Nos Estados Unidos, a questão não é se houve fraude, mas qual é o tamanho dela.

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