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Relações Internacionais

A estreia do Irã na pirataria marítima

O Estreito de Ormuz é rota de passagem de 30% da produção mundial de petróleo. Há tempos, o Irã trabalha para aumentar a temperatura na região. Especialista em criar instabilidades, o regime dos aiatolás vê a indústria petroleira como uma das suas principais armas.

Nesta semana, a marinha iraniana estreou na pirataria marítima. Sob o pretexto de preservação ambiental, os militares interceptaram o navio tanque de bandeira sul-coreana MT Hankuk Chemi, sob a alegação de que a embarcação estava poluindo o oceano.

Os iranianos apreenderam o navio, carregado de etanol, e o direcionou para um de seus portos.

A embarcação, que havia saído da Arábia Saudita, tinha como destino os Emirados Árabes Unidos. Dois países que tem sofrido com a interferência dos proxies do regime no exterior.

O ano passou começou com o Irã patrocinando atentados contra embarcações e instalações petroleiras sauditas. Depois, o regime exportou mais instabilidade para Venezuela e 2021 começa com o Irã roubando combustível e tentando, mais uma vez, escalar os conflitos na região.

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