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Relações Internacionais

As lições da guerra das vacinas

O fotógrafo Joe Rosenthal capturou uma das cenas mais representativas do século passado. Em 23 de fevereiro de 1945, seis mariners hasteavam a bandeira dos Estados Unidos no topo da ilha de Iwo Jima, em uma das áreas mais estratégicas para o exército japonês. A imagem de tão espetacular chegou a ser considerada uma armação. Uma peça de propaganda de guerra, já que ela virou símbolo da autoestima americana naquele período e foi imortalizada em monumento aos fuzileiros navais nos arredores da capital americana.

Prestes a completar 76 anos, a o fotografia poderia ilustrar o momento. Um ano depois da eclosão do que viria ser pandemia de covid-19, o mundo tem a disposição uma série de vacinas, muitas ainda tem testes, mas muitas com sinais de viabilidade e eficácia.

Assim como naquele momento histórico, foram Estados Unidos foram fundamentais na guerra moderna que vivemos contra a covid-19.

Enquanto a maioria dos governantes, assustados com o crescente número de casos e mortes, mandavam ficar em casa e corriam atrás de respiradores, luvas e máscaras.

Os americanos tiram mais de 10 bilhões de dólares d bolso e financiaram a maior e mais rápida corrida por uma vacina na história recente.

Sob o comando de um general especialista em logística e aquisições, os Estados Unidos bancaram os custos de pesquisa, desenvolvimento e testes de seis empresas diferentes na corrida pela vacina.

Ao adquirir estoques que não existiam ou até mesmo jamais existiriam, os Estados Unidos patrocinaram o surgimento da vacina. E os benefícios serão globais. Os detalhes estão na coluna na Gazeta do Povo.

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