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América Latina

A suprema admiração pela escravidão institucionalizada em Cuba e na Venezuela

O principal produto de exportação de Cuba é a escravidão. Os dados da balança comercial da ilha comunista mostram que a receita da exploração da mão de obra de médicos enviados ao exterior são a principal fonte de dólares para o regime.

No Brasil, onde o governo de Dilma Rousseff em conluio com a Organização Panamericana de Saúde (Opas) montou uma fachada para transferir recursos para Cuba, mais de 15.000 médicos cubanos foram explorados pelos gerontocratas de Havana.

Cerca de 75% dos salários que deveriam ser entregues aos médicos eram confiscados pela Opas e depois depositados nas contas do regime cubano.  Em um claro desvio de finalidade e em uma abjeto abuso de suas imunidades, os funcionário da Opas aturam como intermediários do tráfico humano que no Brasil foi disfarçado de atividade acadêmica que ganhou o nome de “Programa Mais Médicos”.

A exploração dos médicos cubanos no Brasil se deu em um momento em que a Venezuela de Nicolás Maduro começava a ver suas receitas petroleiras minguarem. Antes de enviar os médicos para o Brasil, Cuba fez fortuna parasitando o chavismo.

Em 1999, logo no primeiro ano de mandato de Hugo Chávez, Fidel Castro ganhou um contrato que lhe permitiu enviar 15.000 médicos para Venezuela que pagava pelo serviço com o envio de 53.000 barris diários de petróleo para Havana. Petróleo este que era vendido por Fidel tendo a própria infraestrutura venezuelana como intermediária.

Quando Chávez morreu em 2013, Cuba embolsava as receitas de 100.000 barris diários como moeda de troca das 60.000 pessoas que o regime caribenho plantou dentro da Venezuela.

Kassio Nunes Marques, o indicado pelo presidente Jair Bolsonaro, elogia os cubanos e venezuelanos pelas “missões médicas” entre os dois países. O afago, publicado sua dissertação de mestrado, vem como uma transcrição de magistrado chavista que tece os seguintes elogios ao programa cubano. O trecho é o seguinte:

“Na América Latina, de forma particularmente interessante, o governo venezuelano implementou o Sistema Nacional de Grandes Missões, que é operado por organizações mais funcionais, sem tanta burocracia, no sentido de uma administração paralela aos Ministérios tradicionais; e, nesse contexto, o direito à saúde foi concretizado durante a Missão Bairro Adentro, que teve o ‘intuito de levar assistência médica e sanitária pelo governo da Venezuela junto com o governo de Cuba que já atendeu 20 milhões de Venezuelanos em diferentes setores de nosso país – especialmente nos setores das classes sociais mais humildes’.”

Marques, que entrou na magistratura sem concurso público, mas como uma indicado da OAB, anabolizou o próprio currículo, recebeu como “doação” alguns trechos de sua dissertação de mestrado e mostra ou afeição, ou total ignorância sobre as trapaças comandada pelos cubanos.

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